A TV do futuro não é tv, é um projetor

Samsung: projetor terá duas versões (Samsung/Divulgação)

Dois modelos do projetor serão comercializados, sendo que o mais barato custa cerca de 20 mil reais.

O projetor Samsung Premiere, que permite uma qualidade de vídeos em 4K, acaba de ter os preços divulgados pela fabricante sul-coreana. O novo dispositivo tem como objetivo ser uma alternativa aos televisores QLED da marca líder no mercado.

Dois modelos do projetor serão comercializados — o mais barato terá três metros de projeção (120 polegadas) e custará 3.499 dólares (quase 20 mil reais na cotação atual da moeda, ignorando os impostos que devem ser aplicados para a tecnologia chegar aqui), sem suporte a HDR, enquanto o mais caro terá 3,3 metros (130 polegadas) e custará 6.499 dólares (mais de 35 mil reais, sem contar os impostos).

Apesar das diferenças de tamanho e de iluminação (a versão com o preço maior permite uma imagem mais clara), ambas as versões são equipadas com o sistema operacional Tizen e podem ser controladadas com o uso de assistentes virtuais como a Alexa, da Amazon, e a Bixby, da própria Samsung.

Segundo a Samsung, os dois projetores são de “curto alcance”, o que significa que o usuário “terá tamanhos massivos de projeção mesmo quando o dispositivo está localizado diretamente na frente de sua parede ou tela”. O novo projetor da gigante sul-coreana terá até mesmo um “modo cineasta”, que permitirá que o indivíduo veja o filme da forma que o diretor dele quiser. A empresa também afirma que o projetor é o “primeiro a suportar a tecnologia de HDR10+”.

Ainda não se sabe quando o projetor deve ser vendido no mercado brasileiro e nem os preços exatos dos produtos por aqui.

A Samsung é lider do setor no Brasil e no mundo e manteve a sua posição prestigiada no primeiro semestre deste ano, segundo a consultoria GfK. O mercado das TVs teve 60% do faturamento voltado para televisores 4K, enquanto esse segmento, por si só, representou 71% da receita de vendas da Samsung de janeiro a junho. Os dados mostram uma consolidação da adoção de televisores com resolução 4K, quatro vezes mais do que o padrão Full HD, ainda presente em TVs básicas.

 

Fonte: Revista Exame

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