Acusado de pedir propina autorizou a compra da Covaxin no valor de R$ 1,6 bilhão

Autorização foi dada por Roberto Dias, acusado de pressionar pela liberação das vacinas por meio de contrato irregular.

O diretor do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, demitido após acusação de que fez pedido de propina, foi o responsável por aprovar e autorizar a reserva de R$ 1,61 bilhão para a compra da vacina indiana Covaxin.

Dias ocupou o cargo de diretor do Departamento de Logística em Saúde desde o início do governo Jair Bolsonaro (sem partido). Ele chegou à função em 8 de janeiro de 2019, por indicação atribuída ao deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara.

Dias foi exonerado do cargo. A demissão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30), informa a Folha de S. Paulo.

 

Fonte: Brasil 247

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