Alta da inflação – veja como evitar dívidas

Em julho, a inflação chegou a sua maior alta em 19 anos, acumulando 8,99% em 12 meses e 0,96% no mês (Getty Images)

Especialistas explicam como cuidar da saúde financeira com a alta no preço de produtos e serviços básicos como alimentos, combustível, energia elétrica e gás de cozinha

Em agosto, o percentual de famílias brasileiras com dívidas atingiu um novo recorde mensal, ficando em 72,9%. Já as pessoas inadimplentes (quem possui dívida em atraso) configuram 25,6%, segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), responsável por divulgar a pesquisa no final de agosto, o principal fator que explica a alta contratação de dívidas é a precariedade do mercado de trabalho formal e a inflação elevada.

Em julho, a inflação chegou a sua maior alta em 19 anos, acumulando 8,99% em 12 meses e 0,96% no mês em questão. A situação, entretanto, não é exclusiva do Brasil e as altas de preços batem recordes também na Europa e nos Estados Unidos.

Sabendo disso, o podcast EXAME Agora procurou encontrar respostas para ajudar você a cuidar da saúde financeira neste momento de alta no preço de produtos e serviços básicos como alimentos, combustível, energia elétrica e gás de cozinha.

O que fazer para não cair nas dívidas, ou para tentar sair delas? Qual é o impacto do endividamento e da alta da inflação na economia brasileira? Para responder a essas e outras dúvidas, o Exame Agora conversou com o especialista da FGV, André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do FGV IBRE, e Claudio Considera, pesquisador e responsável pelo Monitor do PIB. O educador financeiro do BTG Pactual, André Bona, também participa do episódio, dando dicas de como lidar com o endividamento e como evitá-lo.

Fonte: Exame

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