Audiência Pública na Câmara dos Vereadores.

Em concorrida e prestigiada sessão, teve lugar a Audiência Pública proposta pelo atuante vereador Luciano Sérgio, cujo mandato é elogiado por todos. Tendo como palestrantes o Deputado Federal Jorge Solla e o Secretário de Saúde Rodrigo Matos, a audiência discutiu, em linhas gerais, o Cofinanciamento do SUS, o Mais Médicos e o fechamento das Farmácias Populares.

A mesa contou com a participação do Deputado Joseildo Ramos, de Marli Monteiro, diretora do Núcleo Territorial de Educação, do presidente da Comissão de Saúde da CMA, Vereador Thor de Ninha, da Coordenadora de Planejamento em Saúde da SESAU , Luciane Vasconcelos, e do Pastor Benedito Santos, representante do Conselho de Saúde.

Depoimento técnico, calcado em números, assim Solla nos trouxe importantes informações sobre o SUS, dados que, posteriormente, compartilharemos com os leitores. O deputado e o secretário de saúde divergiram quanto à extinção das farmácias populares; se para o primeiro é um problema grave, para o segundo é positivo pq reduziria os custos de manutenção, segundo ele da ordem de 80%, revertendo toda a verba para compra de medicamentos. Vamos aguardar para ver o resultado.

O ponto alto do evento foi a informação, trazida por Solla e Luciano e já aqui noticiada, de que o Min. da Saúde autorizou à Prefeitura de Alagoinhas o repasse de todas as parcelas do financiamento à Pestalozzi, no montante de R$ 1.600.000,00 (hum milhão e seiscentos mil reais) que serão investidos na aquisição de equipamentos e aumento da capacidade instalada. O Secretário de Saúde disse que o processo legal para a liberação já está em via de conclusão.

A nosso ver, a nota dissonante foi dada pelo Pastor Lins que parece ainda não ter entendido o lugar que ocupa. Reclamou das críticas que a Câmara tem recebido por ter patrocinado uma viagem a Brasília, com todos os vereadores, exceto Thor de Ninha, para a assinatura do contrato com a CAF. Segundo eles, os críticos que “ficam nas esquinas e redes sociais” são desocupados. Não são, vereador, são cidadãos querendo saber onde são gastos os impostos que pagam e, sim, todos os que ocupam cargos públicos devem satisfação aos que os sustentam

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