26 novembro 2020

Alertas de desmatamento na Amazônia em outubro são os mais altos para o mês...

Segundo o Inpe, a medição do desmatamento do dia 31 pode ter sido impedida por nuvens. Nesse caso, eventuais alertas dessa data seriam incluídos nos dias seguintes. Nos primeiros 6 dias de novembro – os dados mais recentes –, há 60,91 km² de área da Amazônia Legal sob alerta de desmatamento.

Efeito estufa: expectativa é de uma piora nos indicadores

A expectativa é de uma piora nos indicadores, puxada pela alta no desmatamento. Este ano, dois dos biomas mais importantes do Brasil registram recordes de queimadas. No Pantanal, este já é o pior ano desde 1998, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a registrar os focos ativos de fogo. Na Amazônia, o número de ocorrências entre janeiro e outubro já supera o total de 2019.

Perda de Mata Atlântica é alta em 4 cidades baianas

Os especialistas acreditam que a conservação local é uma das principais ferramentas para a manutenção do bioma, que oferece uma das poucas oportunidades de contato com a natureza para a população dos 3.429 municípios inseridos na Mata Atlântica, além de garantir água, melhoria do clima, da saúde e do bem-estar das pessoas.

OUTUBRO ROSA – Prevenção ao câncer de mama ganha força durante todo o mês

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, 95% das pessoas se curam do câncer de mama quando em fase inicial. Índice alto num país com incidência de 56,33% a cada 100 mil.

Por 1 bilhão de garrafas a menos, Bonafont retira o rótulo das águas

A dificuldade em se estabelecer esse modelo na indústria de bebidas está no recolhimento das garrafas. “Precisamos capacitar a cadeia de reciclagem e gerar renda para os catadores”, afirma Vasques. As cooperativas de catadores são responsáveis por 90% dos materiais reciclados no Brasil, segundo pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 

Desembargador libera desmonte de leis ambientais proposto por Ricardo Salles

Na segunda-feira (28), o Conama, sob o comando do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, havia revogado as resoluções 302 e 303, as quais definem padrões mínimos para manguezais, restingas e outros ecossistemas sensíveis. No dia seguinte, o advogado Leonardo Marinho impetrou uma ação popular e obteve uma liminar que suspendia essa ação do Conama.

Salles quer passar boiada e acabar com leis de proteção ambiental no Brasil

Outro afago ao setor é a extinção da Resolução nº 303, que definia limites de áreas de preservação permanente para a vegetação rasteira nas regiões costeiras, como aquelas que protegem os manguezais. A pressa de Salles com a boiada é tanta que a nova resolução, se for aprovada, entra em vigor na data da publicação no Diário Oficial.

Governo quer derrubar regras que protegem áreas de manguezais e restingas

O argumento do governo é que essas resoluções foram abarcadas por leis que vieram depois, como o Código Florestal. Especialistas em meio ambiente afirmam, porém, que até hoje essas resoluções são aplicadas, porque são os únicos instrumentos legais que protegem, efetivamente, essas áreas.

Ministério Público quer afastamento imediato de Ricardo Salles

Segundo a procuradora Marcia Brandão Zollinger, o perigo da demora em julgar o pedido de afastamento é fundamentado no fato de que a permanência do ministro ‘tem trazido, a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental, especialmente pelo alarmante aumento do desmatamento, sobretudo na Floresta Amazônica’.

A nova Secretaria da Amazônia será comandada por ex-conselheiro de ruralistas

A recém-criada Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai ser comandada por um ex-conselheiro de uma das principais entidades ruralistas do país.