Coronavirus dará um tempo no projeto neoliberal?

Kristalina Georgieva, do FMI, afirma: “Renda mínima é um bom instrumento para a igualdade”

Logo que alguém começa a falar sobre economia com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), aparecem na conversa as origens dela, o que aprendeu com a história de um país e a chegada implacável das mudanças. Kristalina Georgieva ( Bulgária, 66 anos) trabalhou vendendo alimentos num mercado da cidade antes de virar professora universitária. Viu o regime comunista cair, e sua vida deu um giro radical. Em 1993 entrou para o Banco Mundial, e algum tempo depois voltou à Europa, onde chegou a vice-presidenta da Comissão Europeia. No ano passado, o FMI eliminou o limite de idade para a direção do órgão, e Georgieva acabou sendo escolhida ― tomou posse em outubro. Cinco meses depois, o mundo mudou. Na sexta-feira, em uma entrevista por videoconferência, ela analisava a crise mais grave das últimas gerações.

A entrevista é extensa mas muito interessante, abaixo o link para conhecer o pensamento de Georgieva e informações importantes sobre o futuro da economia mundial.

Fonte El País

Entrevista na íntegra

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