Debate na UNIRB: Radiovaldo diz que saúde precisa ser prioridade

“Ampliando o atendimento da atenção primária, teremos uma saúde que poderá sim ser referência não só na Bahia, mas no Brasil, aplicando, criteriosamente, os recursos públicos para que chegue até você cidadão, que precisa de uma saúde pública que funcione. A saúde precisa ser estabelecida como prioridade”, afirmou o candidato a prefeito de Alagoinhas, Radiovaldo Costa (PT), nesta quinta-feira (29), durante debate promovido pela Faculdade Regional da Bahia (UNIRB), ao apresentar soluções para os problemas da atenção primária, que é o atendimento dos postos de saúde.

Radiovaldo Costa explicou que a pasta da saúde, tem o maior orçamento do município, 25%, um investimento de R$ 100 milhões, mesmo assim, a população reclama da ineficiência da prestação dos serviços.  “O não funcionamento da saúde em Alagoinhas vem com muita dificuldade desde a gestão passada, do ex-prefeito, e, infelizmente, não teve avanço na atual gestão. Para que a saúde funcione é preciso ter gestão, planejamento, prioridade e controle social. Precisamos identificar como a gente tem a maior pasta, com maior orçamento do município, R$ 100 milhões e esse R$ 100 milhões não alcança o cidadão? O cidadão reclama que ela não funciona! Precisamos ampliar atenção primária e atender o maior número possível das pessoas que hoje estão em áreas descobertas, garantindo que a área coberta funcione e a área descoberta possa ser contemplada. Os conjuntos do Minha casa, Minha Vida, principalmente”.

O candidato também falou sobre a necessidade de ser construído um hospital materno infantil com assistência médica e infraestrutura adequada beneficiando as mães alagoinhenses. “Alagoinhas precisa de um hospital materno infantil, isso é uma discussão que envolve os municípios circunvizinhos, como também o governo do Estado, já que é uma obra que necessita de recursos elevados. Mas, até lá, precisamos fazer que a maternidade ofereça melhores condições de atendimento para as mães e seus filhos.  A nossa proposta é criar um anexo da maternidade,  garantir que o espaço hoje utilizado por aquela unidade hospitalar seja apenas para atendimento das mães e das suas crianças”.

ASCOM

 

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