Hospital da Mulher recebe Hemóvel e realiza coleta de sangue e cadastro de medula óssea

Unidade Móvel do Hemoba

O Hospital da Mulher receberá nesta terça-feira, 17, a Unidade Móvel do Hemoba, que segue até sexta-feira, 20, das 8h às 17h. Localizado no Largo de Roma, em Salvador, o hospital escolheu o mês de novembro, marcado pelo Dia Nacional do Doador de Sangue, celebrado no dia 25, como período de incentivo à doação de sangue e cadastro de medula óssea.

Segundo a médica hematologista responsável técnica, Téssia Cairis, devido à pandemia do novo coronavírus, a quantidade de doações em todos os bancos de sangue, que apenas uma consegue salvar até quatro vidas, diminuiu significativamente. “Mas os pacientes continuam precisando usar hemocomponentes, com isso os estoques ficaram críticos. Nesse cenário, é de extrema importância a conscientização sobre a doação de sangue”, ressaltou.

“Quando estacionamos em unidades de saúde, levamos também informação à população, mobilizamos os familiares e amigos dos pacientes e facilitamos o próprio abastecimento hospitalar. A coleta itinerante traz sempre um saldo positivo para todos”, frisou o diretor da Hemoba, Fernando Araújo.

Quem pode doar: Para ser um doador sangue, é necessário estar em boas condições de saúde e pesar acima de 50 kg, ter entre 16 e 69 anos. Menores devem estar acompanhados de responsável legal, enquanto pessoas com mais de 60 anos só poderão doar sangue caso já tenham realizado doação antes dos 60 anos. É necessário apresentar documento original com foto.

No dia da doação, é recomendável que o doador esteja descansado, alimentado (evitar alimentação gordurosa nas quatro horas que antecedem a doação), além de que não tenha ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas e nem tenha fumado por ao menos duas horas antes da coleta de sangue.

São impedimentos temporários para a doação de sangue: gripe, resfriado, febre, gravidez, período pós-gravidez e de amamentação (primeiros 12 meses), assim como tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses, ter feito exames/procedimentos endoscópicos nos últimos seis meses ou situações em que hajam maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis.

Pessoas que tiveram diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade, evidência clínica ou laboratorial de hepatite B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas ao vírus HTLV I e II e Doença de Chagas, além do uso de drogas ilícitas injetáveis são impedimentos definitivos para a doação.

 

Fonte: Jornal A Tarde

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