O prefeito, seus assessores e decisões erradas

Que Joaquim Neto é mal assessorado, até os paralelepípedos da cidade sabem. Desde o início do seu mandato ouvia essas críticas, e a situação está se agravando. No momento que a cidade mais precisa de um líder que tenha força moral para conduzir o enfrentamento do problema que nos aflige, ele levanta hipóteses sem sentido, como a tal licença da prefeitura para atender como médico. Quem aconselha a Joaquim?

A cidade não precisa dele como médico, precisa como prefeito, melhor, como líder capaz de assumir as duras responsabilidades que tem pela frente. A todo instante lhe digo: Mire-se em Rui Costa!

Mas, como se não bastasse a ameaça da licença, o prefeito aceitou o pedido de um pastor para fazer, em frente à prefeitura, tudo que não deveria: pessoas expostas, sem proteção, ajoelhadas na rua, levando intranquilidade a quem assiste. Minha caixa de WhatsApp está lotada de comentários sobre o assunto. O telefone não para.

O momento que se aproxima é gravíssimo, o pico da contaminação será agora, medidas importantes têm que ser tomadas, um gabinete de gestão de crise tem que ser criado, comandado por pessoa capaz de tomar decisões firmes e radicais, sob pena de Alagoinhas sofrer mais do que o necessário.

Nadia Freire
Editora do jornal e site Sua Cidade em Revista

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