Paulo Cezar tenta transformar uma estratégica suspensão de processo em declaração de inocência

Em uma patética nota, Paulo Cezar, candidato do DEM à Prefeitura de Alagoinhas, distorce mais uma vez a verdade ao afirmar que a decisão da desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso o inocentou da participação no esquema de desvio de dinheiro do transporte escolar.

Mas não é assim, o ex-gestor de Alagoinhas continua sendo réu nos processos e a estratégia se limita a conseguir uma liminar, ou seja, um ato jurídico sem apreciação do mérito, que pode ser reformado depois das eleições.

Em um trecho da sua nota, Paulo Cezar diz: “as duas ações penais estão suspensas. Ou seja, eu deixo de ser RÉU nesses dois processos, provando, juridicamente, a minha inocência.” Mais uma mentira, entre tantas proferidas durante a campanha, que pode ser rapidamente esclarecida. A desembargadora apenas acatou um pedido da defesa do ex-prefeito Paulo Cezar Simões e concedeu a suspensão temporária dos processos no qual ele é réu acusado de desviar R$29 milhões do transporte escolar quando prefeito da cidade. A decisão foi proferida em caráter liminar, sem a apreciação do mérito, e pode ser reformada.

Maurilio Fontes, que conhece muito bem o ex-prefeito, ponderou:
A nota assinada pelo ex-prefeito Paulo Cezar é puro fake news. Não condiz um milímetro com verdade. A vitimização é uma das principais características da personalidade de Paulo Cezar: os outros sempre são culpados e ele não assume responsabilidades pelos crimes praticados em seus dois governos.

O ex-prefeito só se apropria daquilo que acha bom para seu carreirismo político/eleitoral.
Hoje, em nota que circula nas redes sociais, ele distorceu a verdade e se disse inocente, contrariando o conteúdo do habeas corpus criminal.

O jogo está sendo jogado e Paulo Cezar não é dono do apito. E nem da bola.

Nadia Freire
Editora do site e do jornal Sua Cidade em Revista

 

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