SAAE: Após cinco dias de fluxo intenso de visitantes, “O Curioso Mundo da Água” chega ao fim

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Foram cinco dias intensos, com dezenas de turmas escolares, cidadãos e um total de 1.127 de visitantes surpreendidos na exposição “O Curioso Mundo da Água”, elaborada pelo SAAE em comemoração aos seus 54 anos.

Desmontado o salão da mostra fotográfica, maquete e equipamentos utilizados no dia a dia da autarquia na Biblioteca Municipal Maria Feijó — onde a grandiosidade do recurso mais precioso e imprescindível do planeta foi assunto principal –, desfeita a sala Mergulho — onde, como no escuro de um cinema, crianças, jovens e adultos se maravilharam com a videoprojeção de imagens da água em diversos lugares do planeta –, recolhida a Amarelinha — onde, através do jogo de perguntas e respostas, tantos passos trilharam o caminho do conhecimento –, tampadas as tintas, lavados os pincéis e guardados os lápis — com os quais foram expressos e impresso nos papéis os mais variados sentimentos, pensamentos e modo de ver a vida –, a exposição chegou ao fim nesta sexta-feira (9).

No entanto, ainda que a exposição tenha saído de cartaz, a experiência proporcionada por ela não termina aqui; pelo contrário, à maneira de uma sementinha plantada, agora há de ser regada por cada um que imergiu neste curioso e admirável mundo, indo para além dos portões e muros da biblioteca, reverberada e multiplicada pelos mais novos guardiões da água.

Enquanto Erica e seus colegas do 6º ano do Centro Educacional Murilo Cavalcante (CEMC) criavam uma obra de arte para fechar a exposição com chave de ouro, sua mãe, Eliene Silva, que acompanhara cada etapa da visita, falou um pouco sobre suas impressões. “Ela vai chegar feliz, contando ao pai tudo que viu aqui”, afirmou a moradora da Vila Marçal. “Uma oportunidade que os meninos tiveram de conhecer como funciona todos os processos da água, importante, interessante”, completou.

As produções artísticas foram criadas com as mais variadas formas, cores e texturas pelos talentosos artistas mirins. Já no ônibus, pouco antes de voltar para a escola, Heloísa Evangelista, 11, nem precisou pensar muito para responder qual fora sua parte favorita da visitação. “A pintura, claro”, disse, em meio às colegas sorridentes e extasiadas — não era para menos, além de tudo, ainda haviam ganhado dos meninos no Game Interativo.

Mas assim como o restante dos meninos, Pablo Lima não se abalou pela derrota no joguinho, afinal ganhou muito mais nesta manhã histórica. Ele, que sonha em ser jornalista, encarou a câmera e concedeu uma entrevista em vídeo sobre o que ia levar para casa de aprendizado:

A vice-diretora CEMC, Carla Actis, discorreu sobre a importância de um momento como este, focado na sensibilização em relação ao cuidado com a água, na vida sócio-educacional das crianças. “Experiência magnifica oportunizar nossos alunos ao trabalho de exposição. Nossos alunos ficaram curiosos, e em termo de conhecimento, de aprendizagem é fundamental no processo de ensino e aprendizagem, deu para perceber através do olhar dos nossos alunos o quanto eles ficaram curiosos”, comentou.

Contudo, essa não foi uma via de mão única. Foi, isto sim, uma troca de saberes, como atesta Cosme Cristo, um dos servidores que atuaram como monitores durante toda a exposição. “Foi um momento ímpar de aprendizado junto com as crianças”, revelou. “Acho de uma importância muito grande o SAAE promover esse evento, porque através dele pudemos levar para as crianças a sensibilização para que futuramente eles tenham a cultura de economizar e racionar a água, porque é um bem que nós temos hoje mas não sabemos até quando”, frisou.

Se depender de Bárbara Isadore, 11, o tecnólogo em Segurança da autarquia pode ficar tranquilo:

Larissa Chagas, 17, cursa Meio ambiente no Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) e, assim como tantas pessoas que passavam pela calçada da biblioteca e eram atraídas para seu interior, a estudante também prendeu a respiração e mergulhou naquele universo aquático. “Esse projeto é de suma importância para a conscientização da sociedade, porque água é um bem super importante e limitada”, comentou.

Para o servidor Adson Silva, ter visto crianças emocionadas e descobrindo que algumas práticas podiam ser danosas à água e saber que fez parte de um processo de conscientização de tantas crianças representa algo de um valor incalculável. “Uma experiência nova e bastante rica, tendo em vista que recebemos crianças de várias idades, de várias séries, e isso fez com que desenvolvesse habilidades que eu nem sabia que tinha. Saio daqui muito feliz, sem dúvida vou levar essa experiência para o resto de minha vida”, finalizou.

 

Fonte: ASCOM – Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE Alagoinhas

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